quarta-feira, 4 de junho de 2008

DIA MUNDIAL DO AMBIENTE (II)

O Breves_online, (os meus amigos da Escola Campos e Melo) atento às questões ambientais propõe 50 maneiras de ajudar a salvar o ambiente sem ter que abdicar do conforto de certas coisas do dia a dia.
Se cada um passar a mensagem o resultado do esforço pode ser tremendo.
50 maneiras de Ajudar a Salvar o Planeta Aqui.

E um pouco das "Quatro estações" de Vivaldi:


6 comentários:

Teresa disse...

Li as 50 maneiras de ajudar a salvar o ambiente. Estou no bom caminho. Aí em Portugal tenho má experiencia a esse respeito. Leia no "devaneio da batata" um artigo já um pouco antigo escrito pelo Diogo sobre este tema e compreenderá as minhas preocupacoes.

Herbert von Karajan e Anne-Sophie Mutter foi o melhor que o Raúl pode escolher para interpretar "As quatro estacoes do ano" de Vivaldi.
Gostava de ouvir a opiniao do seu amigo Fernando - da música clássica-.

As saudacoes de sempre.

Raul Martins disse...

Ficamos à espera que o Fernando passe por aqui.
Carpe diem!

zézé disse...

Ó professor, vim aqui num instantinho ao seu blogue (estou em tique...) Agora já sei fazer um comentário. Só li dois conselhos dos 50. Temos que ver isto nas aulas de Inglês. Depois falamos.

Raul Martins disse...

Olá zézé!
Isso de nas aulas de TIC andar por aqui!!! O professor se descobre que em vez de andares a trabalhar estás ai a "navegar". Mas disfarçaste bem com o "zézé"... eu percebi logo!
Um abraço.

Tiago Carvalho disse...

Olá Stôr Raul. Boa ideia colocar aqui as 50 maneiras de ajudar a salvar o ambiente.
Um abraço!

Fernando Vasconcelos disse...

Raul: Só agora estou a conseguir fazer o meu trabalho de casa ... Bem há quem diga que Anne-Sophie Mutter foi o maior erro de Karajan (ela tocou pela primeira vez com ele quando tinha apenas 14 anos se não estou em erro). Acho que essa história do "maior erro" é franco exagero que a rapariga toca muito bem e é gira o que ajuda sempre :-). Acho-a uma interprete muito boa para o reportório clássico - tenho a integral dos concertos de Mozart para violino por exemplo - por natureza mais contido e mais preciso. Menos bem no barroco e pior no romântico.