domingo, 6 de Dezembro de 2009
A CAMINHO DO NATAL (III)
quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009
A CAMINHO DO NATAL (II)
Na Europa… como em África…
Em Portugal… como em Angola…
…até nos esquecemos de preparar a decoração dos nossos corações!!!
Felizmente, alguém me lembrou!!!
Deliciei-me com os dois postais que me vieram parar às mãos!
Que casa tão acolhedora… que melhores enfeites poderiam ter escolhido para me convidar a participar no vosso Natal, entrando nos vossos corações através dos sorrisos lindos que encontrei em quatro carinhas que, de repente, me ajudaram a repensar os presentes para esta quadra.
Obrigada pela mensagem que a vossa foto trouxe aqui, ao Colégio dos Carvalhos, onde trabalho e onde dedico cinco dias da semana a meninos e meninas da vossa idade.
A vossa mensagem de paz, alegria, união e cumplicidade que nos ajudou a abrir a porta dos nossos corações aos sorrisos de quem nos rodeia, à partilha de emoções de quem nos procura… enfim, à entreajuda e à Solidariedade que pode «mover montanhas» se, juntos, nos dispusermos a isso.
Com a ajuda dos meninos de cá… dos meninos daí e dos meninos de tudo o mundo, estou certa de que encontraremos a fórmula para JUNTOS, construirmos um MUNDO MELHOR.
Votos de FELIZ NATAL
Conceição Coelho
CIC Natal 2009
PARA ÉMY... EM DIA DE ANIVERSÁRIO.
terça-feira, 1 de Dezembro de 2009
GESTOS QUE FAZEM A DIFERENÇA!
Para quem ainda não conhece, a RED, organização criada por Bono e Bobby Shriver, tem como objetivo arrecadar recursos para o Fundo Global, que foi lançado em 2006 com o apoio da ONU para lutar contra a propagação da Sida na África, especialmente nas mulheres e nas crianças, além da malária e da tuberculose.
Consciente do impacto que as grandes marcas têm no consumidor médio americano, o cantor, envolveu as grandes corporações na sua campanha, e conseguiu que lançassem os produtos "vermelhos" no mercado. Esta semana, a NIKE, colocou atacadores vermelhos nas suas sapatilhas.
domingo, 29 de Novembro de 2009
TEARES DA VIDA: RACISMO? NÃO!
Fica de cabelos em pé, a minha Émy, quando aos seus ouvidos chegam palavras que soam a racismo. Não se contém. Salta-lhe a "tampa", salvo seja. Tudo isto porque ontem (contaram-me no fim do jogo, pois não me apercebi de nada porque estava no “banco” com a equipa onde o meu filho joga), nas bancadas, alguém gritou “ó seu preto” a um dos nossos jogadores que é de raça negra, o Régi, como carinhosamente lhe chamamos. E lá teve, a autora de tais comentários, que suportar as garras afiadas dela. Já tinha acontecido o mesmo na semana anterior, quando no Jogo F.C. Porto – Marítimo, em seniores, uma senhora também se dirigiu de forma “racista” ao Wilson Davyes, que além do mais é nosso amigo. É preciso respeito. E sobretudo no desporto, que acreditamos ser um meio interessante de trabalhar valores e incuti-los nos miúdos: o respeito, a solidariedade, a amizade, o trabalho em equipa, a unidade…Ressalve-se aqui, que são as únicas circunstâncias que mexem com as entranhas da minha Émy. Pode o árbitro fazer asneiras, a equipa jogar mal, o nosso filho levar “tareia” como muitas vezes acontece, pois ser pivô no andebol implica estar mais sujeito a isso, a boca da Émy não se abre. Mas tudo o que roça a racismo (ou comentários menos apropriados aos jovens jogadores)… Caldo entornado. E eu concordo com ela. Pois as pessoas valem por aquilo que são como pessoas e não pela cor da sua pele. Por isso o texto que aqui vos deixo:

Quando nasci eu era preto.
Quando cresci fiquei preto.
Quando estou doente fico preto.
Quando apanho sol fico preto.
Quando estou com frio fico preto.
Quando tenho medo fico preto.
Quando morrer ficarei preto.
Mas tu, “homem BRANCO”,
Quando nasces és cor-de-rosa,
Quando cresces ficas branco,
Quando apanhas sol ficas vermelho,
Quando sentes frio ficas roxo,
Quando sentes medo ficas verde,
Quando estás doente ficas amarelo,
E ainda tens a lata de me chamar:
"Homem de cor!"
Anónimo
sábado, 28 de Novembro de 2009
ONTEM, HOJE... AMANHÃ? ESPERO QUE NÃO!
Os costumes estão dissolvidos, as consciências em debandada.
Os caracteres corrompidos.
A prática da vida tem por una direcção a conveniência.
Não há princípio que não seja desmentido.
Não há instituição que não seja escarnecida.
Ninguém se respeita.
Não há nenhuma solidariedade entre os cidadãos.
Ninguém crê na honestidade dos homens públicos.
Alguns agiotas felizes exploram.
A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia.
O povo está na miséria.
Os serviços públicos são abandonados a uma rotina dormente.
O Estado é considerado na sua acção fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo.
A certeza deste rebaixamento invadiu todas as consciências.
Diz-se por toda a parte: "O país está perdido!"
Algum opositor do actual governo?...
NÃO!"



