Quando eu era pequeno, lembro-me que, ao perguntarem ao meu pai como ele estava, ele respondia sempre:
Como Deus quer,
a gente pode
e os outros deixam.
Na altura não percebia muito bem o que ele queria dizer com esta última premissa. Hoje percebo o que ele queria dizer com aquilo e tem razão.
Hoje, como cidadão deste e neste país, daria a mesma resposta e...
os outros...
já sabem o que quero dizer.
Mas estou tranquilo.
Não desanimaremos porque vale a pena sofrer por aquilo em que acreditamos.
Hoje, como cidadão deste e neste país, daria a mesma resposta e...
os outros...
já sabem o que quero dizer.
Mas estou tranquilo.
Não desanimaremos porque vale a pena sofrer por aquilo em que acreditamos.
E não desistiremos de inventar dias mais claros... (bem ao estilo do "semeador" J.M.A.).
E cito Santos Guerra: "Quando o vento não é favorável, tem de se remar. Quando aumentam as dificuldades de sermos nós próprios e de sermos alguém, quando o vento é contrário e não nos deixa avançar na direcção certa, há que ter a cabeça liberta, o coração bem aberto e recorrer a todas as forças para navegar contra a corrente. Não é fácil, mas é absolutamente necessário." in No Coração da Escola, pg 343.
6 comentários:
Totalmente de acordo: há que remar!
Obrigada pela sua visita ao meu cantinho. Engraçado o percurso, em dois dias, que me trouxe a conhecer este seu blogue, de que muito gostei (aliás, basta o título!). Já há tempo que ando pouco bloguista, com excepção de meia dúzia de blogues que acompanho regularmente.
Um abraço tribal ;)
E está absolutamente certo.
Rememos.
Não há vento favorável para quem não sabe onde vai........
Rosa Nogueira
Colocados na proa do barco, descobriremos o rumo certo....!!!
Isabel
PROFESSOR CONCORDO COM SIGO .
MARIANA TRINDADE
5ªA
Olá Mariana, bem vinda aqui ao meu site. Aparece sempre que quiseres. Um beijinho.
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