"Professores:
façam sentir aos vossos alunos que podem ser quem quiserem ser, porque caso contrário nunca serão quem poderiam ter sido.
O maior privilégio de um professor é também a sua maior responsabilidade: tocar o destino de uma criança, moldar uma vida.
Haverá profissão mais nobre?
Tarefa mais importante?"
Nuno Lobo Antunes in Mal-entendidos
terça-feira, 2 de outubro de 2012
sexta-feira, 20 de julho de 2012
QUAL É A FAMÍLIA DOS MEUS SONHOS?
“A família dos meus sonhos não é perfeita. Não tem pais infalíveis, nem filhos que não causam frustrações.
É aquela em que pais e filhos têm a coragem de dizer uns aos outros:
“Eu amo-te”;
“Eu exagerei”;
“Desculpem-me”;
“Vocês são importantes para mim”.
Na família dos meus sonhos, não há heróis nem seres extraordinários, mas amigos.
Amigos que sonham, amam e choram juntos.
Nela, os pais riem quando perdem a paciência
E os filhos troçam da sua própria teimosia.
A família dos meus sonhos é uma festa.
Um lugar simples, mas onde há gente feliz.”
É aquela em que pais e filhos têm a coragem de dizer uns aos outros:
“Eu amo-te”;
“Eu exagerei”;
“Desculpem-me”;
“Vocês são importantes para mim”.
Na família dos meus sonhos, não há heróis nem seres extraordinários, mas amigos.
Amigos que sonham, amam e choram juntos.
Nela, os pais riem quando perdem a paciência
E os filhos troçam da sua própria teimosia.
A família dos meus sonhos é uma festa.
Um lugar simples, mas onde há gente feliz.”
QUAL É A ESCOLA DOS MEUS SONHOS?
“Para mim, é a escola que educa os jovens para extraírem força da fragilidade,
Segurança da terra,
Esperança da desolação,
Sorriso das lágrimas e sabedoria dos fracassos.
A escola dos meus sonhos une a seriedade de um executivo à alegria de um palhaço,
A força da lógica à singeleza do amor.
Na escola dos meus sonhos,
Cada criança é uma joia no teatro da existência,
Mais importante que todo o dinheiro do mundo.
Nela, os professores e os alunos escrevem uma belíssima história,
São jardineiros que fazem da sala de aula um canteiro de sonhos.”
Augusto Cury, in Pais brilhantes, professores fascinantes (2005:155)
quinta-feira, 19 de julho de 2012
TEMPO DE "ARQUITETAR" O FUTURO!
Diz o poeta que o mundo pula e avança. E é verdade!
Pula e avança a uma velocidade tal que nos surpreende com incertezas e torna o futuro imprevisivel.
Os jovens já começam a estar atentos a estes "novos" tempos. Mas nunca é demais relembrá-lo; alertá-los para o "arquitetar" do futuro que lhes vai exigir competências diversificadas para responder aos desafios profissionais que lhes serão colocados.
Por isso lhes deixo um belíssimo texto do professor e amigo Joaquim Azevedo com quem tenho aprendido muito:
"Antes, quando um jovem terminava o seu curso dizia-se que era um diplomado.
Hoje, assemelha-se a um cartógrafo, alguém que, em função das viagens que vai realizando e das informações que vai recolhendo de boa fonte, fixa o norte, os lugares, as rotas, tudo o que pode ser instrumento de orientação para a vida profissional.
Esta atitude de cartógrafo não nasce espontaneamente. Educa-se. E o seu desenvolvimento tem muito mais que ver com uma educação para a iniciativa e o empreendimento e para a pró-atividade do que para a passividade e a re-atividade. Em vez de se investir em colocar o diploma na parede, estes são os tempos de andar de dossier na mão, os tempos de proceder a balanços de competências e de realizar continuamente novos investimentos na arca pessoal de competências.
Não é a mesma coisa estudar dezassete anos para chegar ao telhado da casa e estudar durante dezassete anos para poder colocar a primeira pedra do edifício.
(…)
A primeira pedra só ganha sentido porque é a primeira de uma série de outras pedras que hão de configurar o edifício pessoal."
Azevedo, Joaquim (1998). Novas metáforas para a (des)orientação profissional. Saber (e) Educar, 3. 41-51.
segunda-feira, 16 de julho de 2012
"AVENIDAS DE LIBERDADE!"
“De geração em geração
vamos procurando manter abertas, transitáveis e fluentes
as nossas avenidas de liberdade.
as nossas avenidas de liberdade.
Tarefa ciclópica e nunca terminada;
processo moroso e confuso,
carregado de encontros e desencontros,
todo ele dirigido à procura de mais e melhor educação dos portugueses;
canto e pranto de mais liberdade, de mais autenticidade, de escolas de rosto humano, atentas às pessoas que moram nos alunos;
erros e derrotas,
escolhos imensos, recomeços sem conta,
à procura dos dias claros que não há.”
Azevedo, J. in Avenidas de liberdade (1996:303)
sexta-feira, 6 de julho de 2012
LETRAS E COMPANHIA: Poemas coletivos
LETRAS E COMPANHIA: Poemas coletivos: No âmbito do estudo do texto poético, os alunos das cinco turmas do sétimo ano foram convidados a construir um poema coletivo, pondo à p...
terça-feira, 3 de julho de 2012
A HISTÓRIA EM MINHAS MÃOS!
Tenho o infinito na cabeça,
O passado nas costas,
O presente nos ombros,
E a História nas minhas mãos.
Tenho em branco as folhas do futuro,
Preencho as folhas do presente,
Rabisco e sublinho as do passado
E arquivo as que merecem ser História.
De todas elas, porém,
Preocupam-me as do presente,
Porque, se as não souber usar,
Com critério e maturidade,
Acabarei rabiscando as do tempo,
As folhas do futuro,
E,
Quando lá chegar,
Pode ser que me faltem as folhas,
De que eu terei necessidade!
A História que tenho em mãos não é elástica.
Não posso, pois, desperdiça-la.
Não tenho o direito de economizá-la.
Não posso cair no ridículo de ser mesquinho,
E não devo ser pródigo demais!
pe. Zézinho
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