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sexta-feira, 5 de julho de 2013

“ECOS” da VIDA!






 Quando, a 7 de junho, no encontro com jovens e educadores pediram ao Papa Francisco que dissesse umas palavras aos jovens sobre a crise e as dificuldades que todos estamos a passar, ele respondeu:

“ (…) É verdade, há uma crise. (...) … todo o mundo, num momento, se encontrou em crise. A crise! A crise não é uma coisa ruim; é verdade que nos faz sofrer, mas devemos – principalmente vós, jovens – saber ler a crise. Que significa esta crise? Que devo fazer para ajudar a sair da crise? A crise, que estamos a viver neste momento, é uma crise humana. Dizem: é uma crise económica, é uma crise de trabalho. Sim, é verdade! Mas porquê? Este problema do trabalho, este problema na economia é consequência do grande problema humano. Aquilo que está em crise é o valor da pessoa humana, e nós devemos defender a pessoa humana. Neste momento, recordo... – eu já contei isto três vezes, mas fá-lo-ei uma quarta – recordo a história que li uma vez, a história contada por um rabino medieval do ano 1200. Este rabino explicava aos judeus daquele tempo a história da Torre de Babel. Construir a Torre de Babel não era fácil: tinham-se de fazer os tijolos. E como se fazem os tijolos? Tinha-se de procurar o barro e a palha, misturá-los e levá-los ao forno: era um trabalhão. Com este trabalho todo, um tijolo tornava-se um verdadeiro tesouro! Depois havia que levar os tijolos lá para cima, para a construção da Torre de Babel. Se um tijolo caía, era uma tragédia; castigavam o trabalhador que o deixara cair... era uma tragédia! Mas, se porventura caía um homem, não acontecia nada! Esta é a crise que estamos a viver hoje: esta é a crise da pessoa. Hoje a pessoa não conta; contam os euros, conta o dinheiro (…). É uma crise da pessoa... está em crise porque, hoje, a pessoa – atenção, isto é verdade – é escrava! E nós temos de nos libertar destas estruturas económicas e sociais que nos escravizam. Esta é a vossa tarefa."

sábado, 13 de fevereiro de 2010

CONVERSAS DE ESPLANADA!


Há uns dias atrás, no café ao lado: Aqui del rei que esta juventude está perdida. Não sabe o que quer da vida! Gente adulta desiludida com os jovens. Não estarão, também, os jovens desiludidos connosco? Na hora do balanço, as culpas, acredito, estarão nos dois lados da barricada. Eu digo: É preciso confiar neles, escutá-los e conquistá-los para depois exigirmos, também, compromissos de futuro para eles e para o mundo. É que o esforço por um mundo melhor que hoje em dia nos é pedido e porque tal é urgente, tem que ser de todos, para todos e com todos. Ninguém pode ficar de fora!

segunda-feira, 31 de março de 2008

ARQUEOLOGIA DOS SENTIMENTOS

É bom sentir de novo o clima da escola e o calor dos alunos.


Foi no intervalo das dez e trinta. A Susana, quando me viu, em plenas escadas, abraçou-me e disse: “Ó stôr, nem imagina... conversei com a minha mãe... e ela foi muito mais longe do que aquilo que eu esperava.” E dois beijinhos e foi-se embora com as colegas.

Conversou com a mãe!...
E lá me lembrei que alguns dias antes das férias da Páscoa, veio ter comigo e disse-me que queria falar: “Estou apaixonada por um rapaz... queria pedir-lhe um conselho.” “Posso escutar-te – disse-lhe – mas não te vou dar conselhos; a tua melhor conselheira é a tua melhor amiga e a tua melhor amiga é a tua mãe”. “Ó stôr, - disparou – nem pense nisso... com a minha mãe! Ai de mim que ela imagine que eu goste de um rapaz!” E ficou por ali a conversa.

Depois do almoço encontrei-a, sentada, junto ao seu "namoro", nas escadas que dão para os campos de ténis. Os seus rostos coraram um largo sorriso de cumplicidade. A Susana, levantou-se, veio ter comigo, e voltou a falar da mãe: "Sabe que há muito que a minha mãe queria falar comigo? E não sabia como... andava à espreita de uma oportunidade!" E eu fiquei feliz. É bom que encontrem apoio e as respostas ao que mais os inquieta junto das pessoas que mais os amam.

E o que eu sei é que crescer é bonito,
vê-los crescer, mais bonito ainda,
ajudá-los a crescer, gratificante.

O que eu quero é que eles não se enganem a respeito do amor e da vida.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

FORÇA MALTA JOVEM (II)


“Temos de ser menos consumistas, reciclar, apostar nas energias alternativas e estar mais atentos ao meio ambiente”

Sete estudantes portugueses passaram duas semanas na Antárctica integrados na expedição canadiana Students on Ice. Agora recordam como foi a experiência. A revista Educare "lançou-lhes" algumas perguntas após o seu regresso. Ver entrevista aqui.