quinta-feira, 19 de setembro de 2013
DO TEMPO DA ESCOLA!
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
DA EDUCAÇÃO!
( Teresa Marques in Correio da Educação)
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Da "ARTE" de EDUCAR!
"Não desanimeis diante das dificuldades apresentadas pelo desafio educativo! Educar não é uma profissão, mas uma atitude, um modo de ser; para educar é preciso sair de si mesmo e permanecer no meio dos jovens, acompanhá-los nas etapas do seu crescimento, pondo-se ao seu lado.
Dai-lhes esperança, otimismo para o seu caminho no mundo.
Ensinai-lhes a ver a beleza e a bondade da criação e do homem, que conserva sempre os vestígios do Criador.
Mas, sobretudo com a vossa vida, sede testemunhas daquilo que comunicais. Um educador — professor, responsável, pai e mãe — transmite conhecimentos e valores com as suas palavras, mas só será incisivo sobre os jovens se acompanhar as palavras com o testemunho, com a sua coerência de vida. Sem coerência não é possível educar!
Sois todos educadores, não há delegações neste campo. Então, a colaboração em espírito de unidade e de comunidade entre os vários componentes educativos é essencial e deve ser favorecida e alimentada. O colégio pode e deve ser catalisador, ser lugar de encontro e de convergência de toda a comunidade educadora, com a única finalidade de formar, ajudar a crescer como pessoas maduras, simples, competentes e honestas, que saibam amar com fidelidade, que saibam levar a vida como uma resposta à vocação de Deus, e a profissão futura como um serviço à sociedade."
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
"QUO VADIS", PROFISSÃO DE PROFESSOR?
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
DO ELOGIO DO EDUCADOR!
sábado, 22 de janeiro de 2011
CREDO PEDAGÓGICO
terça-feira, 5 de outubro de 2010
PORQUE HOJE É, TAMBÉM, O DIA MUNDIAL DO PROFESSOR!
Ser professor é professar a FÉ
e a certeza de que tudo terá valido a pena se o aluno se sente feliz
pelo que aprendeu
e pelo que ensinou...
Ser professor é consumir horas e horas
pensando em cada detalhe
daquela aula que, mesmo ocorrendo todos os dias, a cada dia é única e original...
Ser professor é entrar cansado numa sala de aula
e, diante da reação da turma,
transformar o cansaço numa aventura maravilhosa de ensinar e aprender...
Ser professor é importar-se com o outro
numa dimensão de quem cultiva uma planta muito rara
é ter a capacidade de "sair de cena, sem sair do espetáculo".
domingo, 12 de setembro de 2010
CARTA A UM PROFESSOR

Via JMF, uma carta que, algures, foi atribuída a Lincoln mas que não colhe unanimidade, por parte dos especialistas, sobre a veracidade da sua autoria. No entanto, é uma belíssima carta e que merece ser partilhada no início de um novo ano lectivo. Aqui fica:
"Caro professor, ele terá de aprender que nem todos os homens são justos, nem todos são verdadeiros, mas por favor diga-lhe que, por cada vilão há um herói, que por cada egoísta, há também um líder dedicado, ensine-lhe por favor que por cada inimigo haverá também um amigo, ensine-lhe que mais vale uma moeda ganha que uma moeda encontrada, ensine-o a perder mas também a saber gozar da vitória, afaste-o da inveja e dê-lhe a conhecer a alegria profunda do sorriso silencioso, faça-o maravilhar-se com os livros, mas deixe-o também perder-se com os pássaros do céu, as flores do campo, os montes e os vales.
Nas brincadeiras com os amigos, explique-lhe que a derrota honrosa vale mais que a vitória vergonhosa, ensine-o a acreditar em si, mesmo se sozinho contra todos. Ensine-o a ser gentil com os gentis e duro com os duros, ensine-o a nunca entrar no comboio simplesmente porque os outros também entraram.
Ensine-o a ouvir a todos, mas, na hora da verdade, a decidir sozinho, ensine-o a rir quando esta triste e explique-lhe que por vezes os homens também choram. Ensine-o a ignorar as multidões que reclamam sangue e a lutar só contra todos, se ele achar que tem razão.
Trate-o bem, mas não o mime, pois só o teste do fogo faz o verdadeiro aço, deixe-o ter a coragem de ser impaciente e a paciência de ser corajoso.
Transmita-lhe uma fé sublime no Criador e fé também em si, pois só assim poderá ter fé nos homens.
Eu sei que estou a pedir muito, mas veja que pode fazer, caro professor."
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
QUANTO VALES?
segunda-feira, 28 de junho de 2010
IN ILLO TEMPORE!

Em 1932, uma Comissão de Pais portugueses, numa reunião em Paris, escreveu sobre os seus filhos: “são capazes de esforços mentais intensos, mas curtos, são rebeldes ao esforço lento, à tenacidade, à persistência e à continuidade, são espíritos de grande vivacidade, propensos às sínteses rápidas, fulgurantes, mas são incapazes das análises pacientes, meticulosas e profundas; são cérebros de grande elasticidade mas sem firmeza, são inteligências abertas a todas as curiosidades, mas só atraídas com entusiasmo pela novidade e pelo inédito, são vontades facilmente vencidas e tornadas inertes pela monotonia das ocupações mentais”.
Mais vírgula, menos vírgula, digam lá se o retrato não é actual?
domingo, 27 de dezembro de 2009
BELO CREDO PEDAGÓGICO!

Não é à pancada,
Estou convencido que não é à pancada.
E embora haja quem pense
Que dar confiança é arriscado
Eu creio que o único caminho é o amor.
Não me preocupam nada temores do género:
“- e lhes damos uma mão querem logo o braço”.
“- Comem-nos as papas na cabeça”.
“- Pela caridade entrou a peste no mundo…”
Não me preocupam, primeiro,
Porque não é a dignidade do professor
O supremo valor da escala educativa.
Não me preocupam, depois,
Porque o que interessa,
Mais do que as manifestações exteriores de respeito,
É o verdadeiro respeito interior.
Não me preocupam, finalmente,
Porque creio que é mais efectivo,
Muito mais educativo e mais belo,
Ver como as pessoas
Aprendem a amar e a confiar nas pessoas,
Ver como aprendem a ser mais felizes.
Não temo que me comam as papas na cabeça,
Que abusem da minha confiança.
Porque é preferível rirem-se
(se for esse o caso)
Do que serem vítimas da nossa insensibilidade,
Do nosso rigor
Da nossa amizade.
Porque a fortaleza está no amor
E não na imposição da disciplina.
Não nos tornamos mais fortes por mantermos a ordem,
Por as crianças “se não mexerem”,
Por se saber perfeitamente quem detém a autoridade.
Seremos fortes se não nos preocupamos em sê-lo,
Se verdadeiramente amamos os outros,
Se fizermos nascer no seu íntimo
O desejo de serem melhores,
De serem solidários e respeitadores,
De serem amantes da justiça
E da ordem que nasce da justiça e não da força,
E não do temor,
E não da violência.
Só neste clima
É que as pessoas aprendem a ser livres
A ser melhores.
in Uma pedagogia da libertação
CRIAPASA
segunda-feira, 21 de julho de 2008
A SEREM LIVRES E MELHORES!
Não é à pancada,Estou convencido que não é à pancada.
E embora haja quem pense
Que dar confiança é arriscado
Eu creio que o único caminho é o amor.
Não me preocupam nada temores do género:
“- e lhes damos uma mão querem logo o braço”.
“- Comem-nos as papas na cabeça”.
“- Pela caridade entrou a peste no mundo…”
Não me preocupam, primeiro,
Porque não é a dignidade do professor
O supremo valor da escala educativa.
Não me preocupam, depois,
Porque o que interessa,
Mais do que as manifestações exteriores de respeito,
É o verdadeiro respeito interior.
Não me preocupam, finalmente,
Porque creio que é mais efectivo,
Muito mais educativo e mais belo,
Ver como as pessoas
Aprendem a amar e a confiar nas pessoas,
Ver como aprendem a ser mais felizes.
Não temo que me comam as papas na cabeça,
Que abusem da minha confiança.
Porque é preferível rirem-se
(se for esse o caso)
Do que serem vítimas da nossa insensibilidade,
Do nosso rigor
Da nossa amizade.
Porque a fortaleza está no amor
E não na imposição da disciplina.
Não nos tornamos mais fortes por mantermos a ordem,
Por as crianças “se não mexerem”,
Por se saber perfeitamente quem detém a autoridade.
Seremos fortes se não nos preocupamos em sê-lo,
Se verdadeiramente amamos os outros,
Se fizermos nascer no seu íntimo
O desejo de serem melhores,
De serem solidários e respeitadores,
De serem amantes da justiça
E da ordem que nasce da justiça e não da força,
E não do temor,
E não da violência.
Só neste clima
É que as pessoas aprendem a ser livres
A ser melhores.
quarta-feira, 16 de julho de 2008
NA ROTA DOS BLOGUES AMIGOS!
domingo, 13 de julho de 2008
PORQUE HOJE É DOMINGO!
Havia um homem muito rico, possuidor de vastas propriedades, que era apaixonado por jardins. Os jardins ocupavam o seu pensamento o tempo todo e ele repetia sem cessar: O mundo inteiro ainda deverá transformar-se num jardim. O mundo inteiro deverá ser belo, perfumado e pacífico. O mundo inteiro ainda se transformará num lugar de felicidade.
Aconteceu que ele precisou de fazer uma longa viagem. Iria a uma terra longínqua comprar mais terras para plantar mais jardins. Assim, chamou três dos jardineiros que contratara, e disse-lhes: Vou viajar. Ficarei muito tempo longe. E quero que vocês cuidem de três dos meus jardins. Os outros, já providenciei quem cuide deles. A você, Paulo, eu entrego o cuidado do jardim japonês. Cuide bem das cerejeiras, veja que as carpas estejam sempre bem alimentadas… A você, Hermógenes, entrego o cuidado do jardim inglês, com toda a sua exuberância de flores espalhadas pelas rochas… E a você, Boanerges, entrego o cuidado do jardim mineiro, com romãs, hortelãs e jasmins.
E foi a vez de Boanerges… E não havia forma de enganar: Ah! Senhor! Preciso de confessar: não sou jardineiro. Os jardins dão-me medo. Tenho medo das plantas, dos espinhos, das lagartas, das aranhas. As minhas mãos são delicadas. Não são próprias para mexer na terra, essa coisa suja…Mas o que me assusta mesmo é o facto das plantas estarem sempre a transformar-se: crescem, florescem, perdem as folhas. Cuidar delas é uma trabalheira sem fim. Se estivesse em meu poder, todas as plantas e flores seriam de plástico. E a terra estaria coberta com cimento, pedras e cerâmica, para evitar a sujeira. As pedras dão-me tranquilidade. Elas não se mexem. Ficam onde são colocadas. Como é fácil lavá-las com esguichos e vassoura! Assim, eu não cuidei do jardim. Mas tranquei-o com um cadeado, para que os traficantes e os vagabundos não o invadissem.
E com estas palavras entregou ao Senhor dos Jardins a chave do cadeado. O Senhor dos Jardins ficou muito triste e disse: Este jardim está perdido. Deverá ser todo refeito. Paulo, Hermógenes: vocês vão ficar encarregados de cuidar deste jardim. Quem já tinha jardins ficará com mais jardins. E, quanto a você, Boanerges, respeito o seu desejo. Não gosta de jardins. Vai ficar sem jardins. Gosta de pedras. Pois, de hoje em diante, irá partir pedras na minha pedreira…
terça-feira, 17 de junho de 2008
À DESCOBERTA DE KARL POPPER
Foi durante os últimos anos terríveis da guerra, provavelmente em 1917, numa altura em que sofri de uma longa doença, que percebi muito claramente aquilo que há um tempo considerável havia pressentido: que nas nossas famosas escolas secundárias austríacas... estávamos a perder o nosso tempo de maneira chocante, embora os nossos professores fossem muito cultos e se esforçassem muito por fazer das escolas, as melhores escolas do mundo. Que muito do seu ensino era extremamente entediante – horas e horas de desesperada tortura – era novidade para mim. (Vacinou-me: depois disso nunca mais sofri de tédio. Na escola, um aluno estava sujeito a ser apanhado em falta se pensasse em alguma coisa não relacionada com a lição: o aluno podia entreter-se com os seus próprios pensamentos.) Havia apenas uma disciplina em que tínhamos um professor interessante e verdadeiramente inspirador. A disciplina era matemática... Porém, quando regressei à escola depois de uma doença de mais de dois meses, descobri que a minha classe não tinha feito quase nenhum progresso, nem mesmo a matemática. Isto abriu-me os olhos e pôs-me ansioso por deixar a escola. (pp. 51-52).
...
Quando pensava no futuro, sonhava em fundar, um dia, uma escola em que os jovens pudessem aprender sem tédio e fossem estimulados a pôr problemas e discuti-los; uma escola em que não tivessem de ser ouvidas respostas indesejadas a perguntas não formuladas; em que uma pessoa não estudasse só para passar nos exames. (pp.62-63).
ADENDA: Sugestão da Isabel (Sletras) depois de ver este poste:
sexta-feira, 13 de junho de 2008
NA ROTA DOS BLOGUES AMIGOS!
"A partilha do saber,
do conhecimento,
a partilha das práticas e da experiência,
a partilha das emoções." (Via Anabela Magalhães)
quarta-feira, 21 de maio de 2008
NOTA BREVE!
Professor Joaquim Azevedo em entrevista ao EDUCAREdomingo, 27 de abril de 2008
PARA LER, RELER, MEDITAR E...
Os textos de hoje no "TERREAR" do JMA.Para ler, reler, meditar...
Qual evangelho oportuno para os nossos dias!
E construir um projecto de vida,
de sociedade,
de escola
e até familiar.
Os títulos:
Princípios para optimizar a sua vida.
As pessoas no último lugar!
Porque decidimos mal?
Compaginar vida pessoal e vida profissional.
sábado, 26 de abril de 2008
PRIMEIRO QUE TUDO SOMOS PESSOAS! (II)

PRIMEIRO QUE TUDO SOMOS PESSOAS!

C. é uma aluna do 9º Ano. Reparei, ultimamente, que tem sido uma “saltimbanco” de namoros. Chegou, na mesma semana, a estar com dois namorados diferentes e eu cheguei a ouvir comentários dos rapazes no sentido de saber quem é que naquela semana iria conseguir conquistar a C. Ao passar pelo recreio, ao vê-la em poses pouco próprias, a beijar um dos novos namorados, eu chamei-a à parte e disse-lhe:
- Pareces um “supermercado”.
Não lhe disse mais nada. Disse aquelas palavras para a chocar mas reconheci que tinha exagerado. “Mexer” com sentimentos de pessoas é complicado e muito mais com sentimentos femininos, muito mais sensíveis e que guardam bem fundo o que lhes dizemos e as feridas custam mais a sarar.
Penso que ela deve ter comentado com o "namorado" e mais algumas colegas porque senti alguma distância e frieza quando passava por eles embora nada dissessem.
Dois ou três dias depois, encontrei-a no refeitório, sentada com o namorado. Como estavam apenas os dois a comer na mesa, sentei-me com eles. Perguntei-lhe o que pensavam do que eu tinha dito. A C. disse que foi algo que a magoou muito e que não esperava, da minha parte, aquelas palavras: “alguém que nos ajudou em pequenos, critica-nos agora?”.
Expliquei-lhe o que quis dizer com aquelas palavras. Foi mais ou menos isso: C., é a tua imagem de mulher que está em jogo. Os rapazes gostam destes "joguinhos". Se calhar serão tidos como “experientes” na matéria. Isso em nada lhes vai afectar a imagem pessoal. Penso que o mesmo não se passa com as raparigas. Quando chegar a altura de começares a levar o namoro a sério – porque quem troca de namoro todas as semanas ou mais que uma vez por semana, não leva as coisas a sério – os rapazes não vão querer nada contigo e certamente dirão: “com esta, que andou com todos e mais algum!” Penso que ela foi percebendo o que eu lhe quis transmitir. Não deixou de me dizer que, apesar de ter alguma razão e perceber o meu ponto de vista, eu não tinha o direito de ter falado daquela maneira porque ela era uma pessoa e tinha sentimentos. E eu estou de acordo com ela.




