“...de geração em geração
vamos procurando manter abertas, transitáveis e fluentes
as nossas avenidas de liberdade.
Tarefa ciclópica e nunca terminada;
processo moroso e confuso,
carregado de encontros e desencontros,
todo ele dirigido à procura de mais e melhor educação dos portugueses;
canto e pranto de mais liberdade,
de mais autenticidade,
de escolas de rosto humano, atentas às pessoas que moram nos alunos;
erros e derrotas,
escolhos imensos, recomeços sem conta,
à procura dos dias claros que não há.”
( Joaquim Azevedo, Avenidas da liberdade, 1996:303)
Sem comentários:
Enviar um comentário